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Unidade de Saúde da Guarda considera licenças parentais «absentismo»

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses denuncia que a Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda «limita os direitos da parentalidade» e «tenta agora prejudicar 111 enfermeiros na avaliação do desempenho». 

Créditos / Rádio Campanário

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP/CGTP-IN) convocou uma acção de protesto amanhã, em frente à sede da ULS, para denunciar a realidade que vivem os enfermeiros desta instituição. 

A estrutura sindical afirma que Unidade «não cumpre os pressupostos» do Sistema Integrado de Avaliação de Desempenho da Administração Pública (SIADAP) e «tenta agora prejudicar 111 enfermeiros na avaliação do desempenho».

A par do atraso no início do processo, «iniciou em Dezembro de 2019 quando o deveria ter feito no 1º trimestre» desse ano, até porque a avaliação se refere ao biénio 2019-2020, o SEP denuncia que a ULS da Guarda «considera as licenças parentais como absentismo» e «notifica enfermeiros com ausências superiores a um mês, quando a lei considera um ano».

O sindicato exige que a instituição «aceite e homologue» as avaliações destes enfermeiros, salientando que «não é com este tipo de "incentivos"» que a ULS Guarda conseguirá cativar novos profissionais para a instituição, nomeadamente enfermeiros. 

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