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Pingo Doce põe em risco clientes e trabalhadores

O CESP realizou, esta quinta-feira, uma acção de denúncia à entrada da loja do Pingo Doce da Graça, em Lisboa, alertando os clientes para «o estado de degradação do estabelecimento» e sensibilizando-os «para as más práticas da empresa».

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Com a acção de denúncia junto à loja da Graça, o CESP procurou sensibilizar os clientes para as «más práticas» do Pingo Doce
Com a acção de denúncia junto à loja da Graça, o CESP procurou sensibilizar os clientes para as «más práticas» do Pingo DoceCréditos / CESP

No decorrer da acção de protesto, delegados do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP/CGTP-IN) entregaram aos transeuntes um documento em que se alerta para «o avançado estado de degradação» do edifício onde se localiza o supermercado, que «corre o risco de ruir», e para o perigo daí decorrente «para a saúde de trabalhadores e clientes».

Em virtude da «antiguidade do edifício e da falta de manutenção», as falhas ao nível da segurança «são enormes», denuncia o sindicato, acrescentando que «um trabalhador sofreu já um acidente de trabalho gravíssimo, que o deixou com uma incapacidade para o resto da vida».

«Um dos maiores riscos está no tecto», que pode desabar a qualquer momento, tendo em conta que «as mercadorias da loja estão no piso superior, criando uma sobrecarga», denuncia o CESP.

A isto junta-se um problema de infiltrações no telhado, «que faz escorrer água para zonas onde se encontram fornos e instalações eléctricas», lê-se no texto distribuído à entrada da loja da Graça.

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