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ASPP denuncia problemas estruturais na PSP

A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP) foi ouvida na Comissão Parlamentar de Orçamento e Finanças, onde chamou a atenção para um conjunto de problemas estruturais que atingem a PSP.

CréditosAntónio Pedro Santos / Agência Lusa

Na audição, onde marcaram presença os grupos parlamentares do PS, do PSD e do PCP, a ASPP abordou a questão da perda de poder de compra dos profissionais da PSP, face aos «constantes congelamentos passados» e ao aumento salarial de 0,9%, considerando a inflação prevista de 3,7%.

Identificou também as questões das admissões na PSP e da programação de infra-estruturas e equipamentos, sublinhando a necessidade de as medidas anunciadas serem efectivamente concretizadas, de forma a que não «fiquem apenas no campo das intenções».

A ASPP deixou ainda críticas à proposta de Orçamento do Estado para 2022, face à ausência de opções relativas à revisão de carreiras e condições remuneratórias, considerando que «a pouca atratividade da instituição» não se resolve com «alterações estéticas na idade de admissão».

A associação sindical assumiu a necessidade de uma política «valorativa nos vencimentos, na reestruturação dos suplementos e na alteração do valor do risco», bem como alterações em questões de orgânica interna, nomeadamente em relação à mobilidade, à transferência e à habitação.

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