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Vida Justa foi a centro de acolhimento e garante dignidade e qualidade da instituição

Depois de receber algumas reclamações sobre as condições sobre o Centro de Acolhimento de Emergência Social – Residência São João de Deus, o movimento Vida Justa foi ao local e, além de valorizar os trabalhadores, afirma que não existem problemas nas instalações. 

CréditosAntónio Pedro Santos / Agência Lusa

O Centro de Acolhimento de Emergência Social – Residência São João de Deus pertence à Associação de Solidariedade e Desenvolvimento Internacional (VITAE). A funcionar desde 2012, é parte crucial na missão da associação, ou seja, «lançar as bases para uma rede de solidariedade social, actuando segundo padrões de qualidade, e orientada para a satisfação de necessidades concretas».

É com base neste objectivo que a VITAE acolheu no seu Centro pessoas alvo de um processo de despejo que o Vida Justa acompanhou de perto. Por este motivo, o movimento recebeu algumas queixas sobre as supostas más condições do local e, a fim de apurar a veracidade das mesmas, foi convidada a deslocar-se ao local, tendo testemunhado que não se verificam.

A Vida Justa informa em comunicado que, «longe de qualquer antagonismo» e valorizando o papel que este tipo de instituições desempenha, «aceitou com agrado o convite» o convite para visitar as instalações do Centro de Acolhimento de Emergência Social.

Na descrição da instituição, o movimento informa que «o Centro de Acolhimento de Emergência Social é um equipamento amplo, arejado, com boas áreas de convivência, áreas privadas asseadas e limpeza periódica», não se tendo identificado pragas ou situações semelhantes. Face a algumas críticas de que o fornecimento hídrico era precário, o Vida Justa esclarece que «o problema era circunstancial  – respeitante a uma casa de banho  – cujas obras se encontram em curso».

Sobre a alimentação, o movimento afirma que, apesar de se poderem adoptar melhorias relativamente à «monitorização dos prazos de validade dos lanches entregues pelo fornecedor», a cozinha cumpria todas as  obrigações a que está sujeita. 

Por fim, a Vida Justa valoriza a «disponibilidade e abertura» dos trabalhadores da instituição e considera que foram criadas «sinergias positivas entre associações e centros de acolhimento» para o desenvolvimento de actividades futuras. 
 

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