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Sindicalismo militar na Europa em debate

Militares portugueses e de outros países europeus discutem amanhã «a realidade do sindicalismo militar na Europa». Em Portugal a legislação ainda não contempla a sindicalização de militares.

A EUROMIL considera que a decisão do Comité Europeu de Direitos Sociais constitui uma vitória para os militares irlandeses
O nosso País ainda não prevê a existência de sindicatos militares Créditos / independent.ie

As associações profissionais de militares portugueses – ANS (sargentos), AOFA (oficiais) e AP (praças) –, todas elas membros efectivos da EUROMIL – Organização Europeia de Associações e Sindicatos Militares, decidiram realizar amanhã, durante a manhã, em Lisboa (Hotel Mundial), um debate sobre «A realidade do sindicalismo militar na Europa».

No debate intervirão os dirigentes da EUROMIL que se encontram em Lisboa a participar numa reunião da sua direcção, que está a decorrer durante o dia de hoje e que conta com a participação de Emmanuel Jacob (belga); Jorg Greiffendorf (alemão); Ton de Zeeuw (holandês); Jasper Hansen (dinamarquês); Tom McCarthy (irlandês); Johan Ohlén (sueco); Flemming Vinther (dinamarquês); Istvan Bácskai (húngaro) e Lima Coelho (português).

Segundo os organizadores, para este debate foram também convidados representantes de diversas entidades, nomeadamente partidos com representação na Assembleia da República, o Estado-Maior General das Forças Armadas e os estados-maiores dos três ramos: Armada, Exército e Força Aérea.

Recorde-se que o nosso País ainda não prevê a existência de sindicatos militares. A legislação aprovada contempla apenas associações de carácter sócio-profissional, que reiteradamente se queixam do incumprimento da lei por parte dos sucessivos governos.

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