Segundo a CGTP-IN/Açores, o ano de 2026, à semelhança dos anteriores, «volta a ser marcado por dois factos contraditórios: o crescimento económico, com o aumento da riqueza, e o aumento das dificuldades financeiras de quem vive do seu salário ou pensão», enquanto os lucros das grandes empresas voltam a bater recordes.
Nos últimos anos, nos Açores, nenhum salário aumentou tanto quanto o custo da alimentação, da energia, da habitação ou de outros bens essenciais. Um aumento do custo de vida que é fruto da «acumulação desmedida de lucros», para além da especulação associada às consequências de um a guerra «que conta com o apoio vergonhoso dos governos da República e da Região».
A CGTP-IN/Açores sublinha ainda que este contexto tem sido aproveitado por «algumas entidades patronais» açorianas para «pressionar a negociação salarial para baixo, apresentando propostas inaceitáveis», fazendo dos Açores, cada vez mais, «a região do salário mínimo».
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