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Múltiplas iniciativas em prol da Paz e da solidariedade entre os povos

Dia 17, o CPPC vai dar início às «Conversas sobre a Paz» em Gaia. No último mês, houve debates em Beja e Aljustrel, um almoço no Porto e sessões para afirmar a Paz em Viana do Castelo e Montemor-o-Novo.

A presidente do CPPC, Ilda Figueiredo, numa reunião na Câmara Municipal da Vidigueira, que integra o Movimento dos Municípios pela Paz
A presidente do CPPC, Ilda Figueiredo, numa reunião na Câmara Municipal da Vidigueira, que integra o Movimento dos Municípios pela Paz Créditos / CPPC

O Espaço Paz, em Vila Nova de Gaia, vai acolher no próximo dia 17, pelas 18h, a primeira de várias «Conversas sobre a Paz» promovidas pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), em colaboração com outras entidades. A iniciativa contará com a participação de Mário Augusto, jornalista especialista em cinema; Agostinho Santos, jornalista, pintor e director da Bienal de Gaia; e Vítor Pinto Basto, jornalista e escritor.

Almoço da Paz no Porto Créditos

Dando sequência à intensa actividade que tem promovido em vários municípios, de norte a sul do País, em defesa dos valores da Paz, da solidariedade entre os povos, do princípio de não ingerência e do desarmamento nuclear, o CPPC informa que, no início deste mês, desenvolveu diversas iniciativas no distrito de Beja, nomeadamente dois debates, em Aljustrel e Beja, subordinados ao tema «A situação actual e a luta pela Paz», e uma reunião na Câmara Municipal da Vidigueira com responsáveis do município.

O encontro, que teve lugar na sequência da adesão recente do Município da Vidigueira ao Movimento dos Municípios pela Paz, contou com a participação do presidente da Câmara, Rui Raposo, e a presidente da direcção do CPPC, Ilda Figueiredo, e abordou questões associadas à luta pela paz e às migrações, segundo informa o organismo português numa nota.

Almoço da Paz, no Porto

O habitual Almoço da Paz no Porto realizou-se no passado dia 22 de Fevereiro, com a participação de 70 pessoas. Ao intervir o jornalista e membro da presidência do CPPC Alfredo Maia abordou «alguns dos perigos da situação internacional e denunciou as posições de ingerência do imperialismo norte-americano e dos seus aliados, designadamente no âmbito da NATO», refere o organismo português no seu portal, acrescentando que o jornalista deixou palavras de solidariedade para os povos martirizados do Iémen, da Síria, da Palestina e do Iraque, «sem esquecer povos de África e da América Latina».

Por seu lado, Ilda Figueiredo referiu-se às próximas actividades do CPPC, tendo destacado a petição pela assinatura e ratificação do Tratado de Proibição de Armas Nucleares, os concertos pela paz em Gondomar e Vila Nova de Gaia, e o Encontro pela Paz a realizar em 30 de Maio na cidade de Setúbal.

Afirmação dos valores da Paz e solidariedade em Viana do Castelo e Montemor-o-Novo

Também sob orientação de Ilda Figueiredo, no final de Fevereiro realizou-se na Escola Frei Bartolomeu dos Mártires, em Viana do Castelo, uma sessão sobre a paz e o desarmamento nuclear. Na iniciativa, que contou com a participação de cerca de 100 alunos e vários professores, foram abordadas propostas do CPPC no âmbito da educação para a paz.

Sessão sobre a paz e o desarmamento nuclear numa escola em Viana do Castelo Créditos

No dia 11, Zulmira Ramos e Armando Farias, da direcção do CPPC, participaram numa actividade de «afirmação dos valores da Paz e da solidariedade entre os povos» em Montemor-o-Novo, a convite da ARPI – a Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos do município alentejano.

Na sessão, Hortênsia Menino, presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, José Grulha, presidente da ARPI, e Zulmira Ramos e Armando Farias, do CPPC, partilharam com o público reflexões sobre temas como a Paz, o desarmamento e a solidariedade com povos que «enfrentam a situações de guerra e opressão», informa o CPPC.

Hortênsia Menino reafirmou o compromisso da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo – que integra o Movimento de Municípios pela Paz – de prosseguir na senda da defesa da Paz, da não ingerência e do desenvolvimento de relações amistosas entre os povos.

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