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Micro, pequenas e médias empresas criticam proposta de OE

A CPPME alerta para o facto de a proposta de Orçamento do Estado (OE) para 2022 não responder aos problemas do País, cujo tecido económico é constituído por 99,9% de micro, pequenas e médias empresas.

Créditos / Exame

A Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME) denuncia, em comunicado, que a proposta de Orçamento de Estado para 2022 não reflecte nenhuma das suas reivindicações, nomeadamente a que respeita à prorrogação da linha de crédito de apoio à tesouraria e o fim do pagamento especial por conta para micro e pequenas empresas.

A CPPME alerta para o facto de ter apresentado ao Governo várias propostas no sentido de obter ajuda substancial para «ultrapassar as dificuldades causadas pela crise pandémica». Porém, regista que, neste Orçamento, o Executivo «opta por não avançar com medidas profundas de apoio à vida das MPME, nomeadamente a redução da taxa intermédia do IVA para a restauração e a contratação de espectáculos de natureza cultural para a taxa mínima, ou a redução e eliminação de algumas taxas de tributação autónoma em sede de IRC».

A confederação sublinha ainda que as micro, pequenas e médias empresas impulsionam «a actividade de mais de um milhão de empresas e o sustento de mais de três milhões de trabalhadores».

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