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Utentes exigem abolição de portagens na A13

A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do concelho de Tomar reivindica a abolição das portagens na A13, a começar pelo troço entre Atalaia e Alviobeira. Em causa estão as elevadas taxas aplicadas e a ausência de alternativas.

A luta pela abolição das portagens nas antigas Scut mantém-se apesar do desconto introduzido em 2016
A luta pela abolição das portagens nas antigas Scut mantém-se apesar do desconto introduzido em 2016CréditosEstela Silva / Agência Lusa

Em comunicado, a comissão afirma que «não houve razões económicas, ambientais, de segurança e de coesão territorial que justificassem a instalação de portagens», primeiro na A23 e depois na A13.

Apesar de o Governo não ter considerado a A13 no plano de 15% de desconto aplicado a algumas vias rododoviárias desde Agosto de 2016, os utentes frisam que as taxas de portagem aplicadas nesta via, e também na A23, são «das mais altas» do País. Acresce o facto de serem «vias fundamentais para o acesso aos cuidados de saúde» nos três hospitais que constituem o Centro Hospitalar do Médio Tejo, designadamente nas localidades de Abrantes, Torres Novas e Tomar. 

Simultaneamente, alertam para a falta de alternativas. Recordam que parte do percurso desta auto-estrada, que por enquanto liga Marateca e Almeirim (o objectivo é chegar a Coimbra), no concelho de Tomar «foi construída em cima do IC3», e que as vias urbanas representam a única alternativa para os automobilistas.

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