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Protesto no Porto contra falta de resposta da ACT

Ainda não tiveram resposta mais de 200 denúncias feitas à ACT pelo Sindicato da Hotelaria do Norte, desde que teve início o surto epidémico de Covid-19, agravando o «clima de impunidade geral» que se vive no sector.

O sector tem crescido imenso em função do turismo mas as condições de trabalho pouco se alteraram
O sector tem crescido imenso em função do turismo mas as condições de trabalho pouco se alteraramCréditos

Na próxima segunda-feira, 27 de Julho, o Sindicato da Hotelaria do Norte (CGTP-IN) realiza uma acção de protesto à porta da delegação da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT), no Porto, que acusa de não aplicar as respectivas coimas às empresas, conforme as suas atribuições e competências, optando por uma «actuação auto-reguladora e informativa», dando assim cobertura «ao clima de impunidade geral» que se vive no sector. 

Esta iniciativa decorrerá no primeiro dia da quinzena de luta que a Federação dos Sindicatos de Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal (Fesaht/CGTP-IN) realizará, de 27 de Julho a 7 de Agosto.

A organização sindical sublinha que «muitos milhares de trabalhadores» do sector estão sem emprego e sem salário, com salários em atraso ou em regime de lay-off mas a trabalhar, e que a ACT não actua de forma coerciva e penalizadora, não respondendo também às mais de 200 denúncias feitas pelo sindicato.

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