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Protesto dos enfermeiros do Centro Hospitalar Barreiro-Montijo

Esta acção, convocada pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP/CGTP-IN) para a manhã da próxima terça-feira, visa reivindicar melhores condições de trabalho e denunciar injustiças.

Uma delegação da Direcção Regional de Lisboa do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP/CGTP-IN) concentrou-se para exigir que o Conselho de Administração e o Ministério da Saúde concretizem a contagem de pontos para efeitos de progressão dos enfermeiros, em frente ao Hospital de São José em Lisboa, 14 de Julho de 2020.
CréditosTiago Petinga / Agência Lusa

O protesto dos enfermeiros do Centro Hospitalar Barreiro-Montijo (CHBM), junto ao Hospital do Barreiro, resulta da ausência de medidas que atendam às suas reivindicações e de um conjunto de questões que «entravam» os direitos dos enfermeiros, como a possibilidade de despedimento dos enfermeiros com contratos a termo, dificuldades em assegurar assistência a filhos menores face ao encerramento das escolas e o facto de o Governo não ter aceitado a proposta do SEP para minimizar o impacto desta medida. 

O SEP e a União dos Sindicatos de Setúbal (CGTP-IN) criticam ainda o «apagão» de 6 a 16 anos de trabalho no CHBM, tempo que não está a ser considerado para efeitos de progressão, para além de «critérios redutores», utilizados pelo Conselho de Administração, para  aplicação das compensações previstas para os trabalhadores do Serviço Nacional de Saúde que, segundo as estruturas sindicais, «chega ao ponto de considerar compensações a alguns colegas que estão na mesma equipa e no mesmo turno e a outros não, como é exemplo a área pediátrica».

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