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Forte adesão no arranque da greve na Casa da Moeda

Os trabalhadores da Imprensa Nacional - Casa da Moeda cumprem esta quinta-feira o 1.º dia de greve, de quatro horas por turno, pelo aumento dos salários e a reposição das progressões das carreiras.

Os trabalhadores manifestaram-se em frente à sede da empresa para marcar o inicio da greve
Os trabalhadores manifestaram-se em frente à sede da empresa para marcar o inicio da greveCréditosTIAGO PETINGA / LUSA

Arrancou hoje, à meia-noite, a greve parcial dos trabalhadores da Imprensa Nacional - Casa da Moeda (INCM). Durante a manhã, mais de uma centena de trabalhadores realizaram uma concentração de protesto junto à sede, em Lisboa, em defesa do aumento dos salários e da evolução das carreiras.

Navalha Garcia, dirigente do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente do Centro Sul e Regiões Autónomas (SITE CRSA/CGTP-IN), em declarações ao AbrilAbril, afirmou que, durante a manhã, a adesão esteve forte com a «grande maioria das secções paradas, à excepção das hierarquias e de alguns trabalhadores temporários».

«De forma a recuperar o poder de compra perdido até hoje, estão a ser exigidos aumentos salariais de 1%, por cada ano em que os salários não foram actualizados, desde 2009, que dá 8% no total», explicou o dirigente. Quanto às carreiras, é reivindicada a progressão de «cada trabalhador ao nível seguinte, conforme deveria ter ascendido se a evolução normal tivesse sido realizada».

Além de hoje, a paralisação na INCM ocorre a 27 e 30 de Abril, sendo depois retomada a 2 de Maio. A greve é de quatro horas por turno divididas em dois blocos. No Porto e em Gondomar, o protesto é de um dia completo, marcado para 30 de Abril.

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