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Emprego deve ser garantido no fecho do Pego e de Sines

Sem salvaguardar o emprego e os direitos não há desenvolvimento, afirma o SIESI, que exige o urgente reagendamento da reunião cancelada sobre as centrais, marcada para a passada sexta-feira.

Créditos / antenalivre.pt

O Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas (SIESI/CGTP-IN) lembra, em comunicado, que tem mantido uma intervenção regular junto das empresas e do Governo, designadamente da tutela da energia, no sentido de acompanhar a evolução do processo de encerramento das centrais termoeléctricas no Pego e em Sines, exigindo a defesa do emprego e dos direitos dos trabalhadores.

Uma vez que a administração da EDP anunciou o fecho da Central de Sines para uma data substancialmente anterior ao previsto e o Governo deu acordo a esta antecipação, o SIESI solicitou uma reunião urgente com as várias entidades envolvidas.

Poucas horas antes do início previsto da reunião, o SIESI foi informado do adiamento por motivos imprevistos, o que levou a colocar a necessidade do seu reagendamento urgente, para discussão de soluções que defendam os postos de trabalho no imediato.

Assinalando que a realidade das duas centrais tem muito em comum, o SIESI defende que, independentemente dos prazos apontados, as soluções alternativas devem obedecer a um «plano global» que «deverá observar a especificidade» de cada instalação e região.

O SIESI está a criar as condições para a realização de plenários por forma a «construir a unidade dos trabalhadores, necessária à defesa do emprego e dos direitos, salvaguardando igualmente o desenvolvimento económico e social de cada região».

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