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Despedimento colectivo travado na Segurança Social

Durante o protesto que ocorreu esta terça-feira, o sindicato recebeu a notícia de que a prestação de serviços foi renovada e que os 200 trabalhadores vão continuar ao serviço.

Isabel Camarinha, secretária-geral da CGTP-IN, falava aos trabalhadores do ISS-IP na concentração contra o despedimento colectivo, junto à sede em Lisboa, 24 de Novembro de 2020.
Isabel Camarinha, secretária-geral da CGTP-IN, falava aos trabalhadores do ISS-IP na concentração contra o despedimento colectivo, junto à sede em Lisboa, 24 de Novembro de 2020.Créditos / STFPSSRA

Para o Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas (STFPSSRA/CGTP-IN), a decisão do Instituto da Segurança Social (ISS-IP) deve-se «à determinação e luta dos trabalhadores e à intervenção do sindicato», que, desde a primeira hora, saiu em defesa dos cerca de 200 postos de trabalho.

A estrutura sindical afirma, porém, que vai continuar a «acompanhar o processo» para garantir que os trabalhadores que receberam a carta de despedimento da empresa Heading-Recursos Humanos, com efeitos a 3 de Dezembro, não ficam no desemprego «nem um único dia».

Embora a continuidade destes trabalhadores seja uma vitória, a organização sindical lembra que é preciso «vencer a luta contra a precariedade» levando o Governo a reconhecer «que estas funções são permanentes e essenciais», e que as empresas de trabalho temporário não são a solução.

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