A médica basca Begoña García Arandigoyen, de 24 anos (e grávida de 7 meses), foi torturada e assassinada pela ditadura salvadorenha há 26 anos, a 10 de Setembro de 1990, enquanto prestava apoio a guerrilheiros da FMLN. Os militares, com apoio dos EUA, partilharam-lhe os braços e as pernas e violaram-na antes de a fuzilarem. Puente la Reina, Navarra, País Basco.