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Portugal mantém baixa taxa de mortalidade infantil

As estimativas foram hoje divulgadas pela OMS e UNICEF e indicam que, no ano 2018, ocorreram três mortes por cada mil nascimentos em crianças até aos cinco anos, contra as 12 verificadas em 1990.

Créditos / oseculo.pt

Desde o início da década de 90 que a mortalidade infantil tem descido, em média, 4,9% no País. Os dados são avançados pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e pela Organização Mundial de Saúde (OMS) no quadro da apresentação das novas estimativas para a mortalidade infantil e materna.

Portugal é hoje um dos países do mundo com melhores indicadores, segundo as estimativas avançadas. O desempenho português nesta matéria liga-se com as políticas de saúde materna e infantil existentes no Serviço Nacional de Saúde e acessíveis a qualquer mulher grávida no País.

À frente nos registos da mortalidade infantil contam-se dez países (entre os quais Chipre, Eslovénia, Estónia, Islândia, Japão, Luxemburgo, Montenegro, Noruega, Singapura) com taxas inferiores à portuguesa, sendo a Finlândia o país com melhor classificação, onde ocorre uma morte por cada mil nascimentos.

Com indicadores ao mesmo nível de Portugal estão a Alemanha, a Austrália, a Áustria, a Bélgica, a Espanha e a Holanda.

Os piores cenários registam-se, segundo o relatório Níveis e Tendências na Mortalidade Infantil 2019 daquelas instituições, entre países como a Serra Leoa e a República Centro Africana, nos quais ocorrem, respectivamente, 78 e 84 mortes de crianças menores de cinco anos, por mil nascimentos.

Com agência Lusa

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