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Inflação coloca o aumento de salários e a regulação de preços na ordem do dia

Segundo o INE, a variação da inflação em relação ao mesmo mês do ano anterior atingiu em Novembro os 9,9%, com os produtos energéticos a serem os principais responsáveis por este aumento.

Créditos / jornaldenegócios.pt

Entretanto, a inflação acumulada ao longo dos onze primeiros meses de 2022 cifra-se nos 7,7%, com a previsão de vir a atingir os 8% no final do ano. Se tal acontecer, significará um corte real no poder de compra para a maioria dos trabalhadores e dos reformados até porque, no próximo ano, há a forte possibilidade de se prolongar o aumento dos preços, considerando os que já foram anunciados na electricidade, portagens e telecomunicações.

Esta situação aproveita aos grupos económicos e ao aumento dos seus lucros e coloca maiores dificuldades a quem trabalha, nomeadamente pela recusa do Governo em valorizar salários, tal como os grandes empresários, mas também em aumentar as pensões e regular os preços de bens e serviços essenciais.

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