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A CPPME exige estudo que solucione problema com custos bancários

A reivindicação é a de que se encontrem soluções para uma «substancial redução dos encargos das micro, pequenas e médias empresas com comissões, despesas de manutenção e outros custos» impostos pela banca.

A CPPME avança com propostas para uma política de desenvolvimento regional
Créditos / CPPME

A Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME) propõe que se reduzam ou extingam as comissões e outros custos dos serviços bancários, segundo comunicado enviado ao AbrilAbril.

A exigência de que se realize um «estudo aprofundado, com vista à procura de soluções» nesta matéria deve incluir a Caixa Geral de Depósitos e foi já enviada ao Presidente da República, ao primeiro-ministro, aos Ministros das Finanças e da Economia, aos grupos parlamentares e ao Banco de Portugal.

A CPPME reitera a sua denúncia sobre «as elevadas e desajustadas comissões cobradas por pagamentos com cartões e outros serviços bancários», ao que acresce o complexo trabalho exigido às empresas de «comparar comissões bancárias de vários bancos» e os preçários de inúmeros serviços.

«Os bancos portugueses cobram das taxas mais altas da Europa e cerca de três vezes mais elevadas do que a vizinha Espanha», o que determina «pesados encargos às micro, pequenas e médias empresas» impostos pela banca, lê-se ainda no comunicado.

A proposta, que foi aprovada no Seminário Empresarial, realizado no Seixal no passado dia 30 de Outubro, está agora em fase de divulgação e a CPPME reclama a adopção de «medidas urgentes» por parte do Governo, do regulador do sector financeiro e do Banco de Portugal.

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