A Associação Sócio-Profissional da Polícia Marítima (ASPPM) considera que a permanência de um agente da PM nas Ilhas Selvagens «não afirma a soberania daquele espaço do território nacional, mas sim, o desprezo pela dignidade dos profissionais da Polícia Marítima».
Entre outras considerações, o comunicado da ASPPM sublinha que «as condições de previsível indignidade associada à falta de infraestruturas básicas, comunicações, inexistência de comércio e serviços, falta de assistência médica e medicamentosa, aliada a uma evidente privação de liberdade, inculcarão nos profissionais da Polícia Marítima uma situação apenas equiparável à aplicação de penas de exílio, com a diferença de vir a ser imposto pelo Estado de Direito a um dos seus cidadãos».
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