|Orçamento do Estado

ANS: Orçamento não responde aos problemas dos militares

A Associação Nacional de Sargentos (ANS) considera que a proposta de Orçamento do Estado para 2024 (OE2024) «volta a não responder à questão central, pois não recupera o que foi perdido em 2023».

Vigília da Associação Nacional de Sargentos, a 12 de Julho de 2015 
Vigília da Associação Nacional de Sargentos, a 12 de Julho de 2015 CréditosMiguel A. Lopes / Agência Lusa

A ANS sublinha que o OE2024 «acentua a perda do poder de compra para 2024», tendo em conta o «brutal aumento dos preços que degradam o poder de compra dos cidadãos em geral, onde se incluem os militares», nomeadamente com as «galopantes taxas de juros do crédito à habitação». Por outro lado, afirma que este OE2024 «falha na protecção dos rendimentos dos cidadãos que servem o Estado Português», ao mesmo tempo o «Governo afirma que “Portugal irá assegurar os compromissos assumidos com os seus Aliados e parceiros, nomeadamente, através da projecção de Forças Nacionais Destacadas para o flanco leste da NATO».

O Orçamento do Estado para 2024 não responde, segundo a ANS, a nenhum dos grandes problemas que existem nas Forças Armadas, nomeadamente em relação à degradação do poder de compra dos militares, à falta de efectivos e à retenção dos militares nos quadros permanentes. Mas também não apresenta respostas para os problemas que se vivem no Instituto de Acção Social das Forças Armadas (IASFA), com a ANS a exigir que a sua gestão seja devolvida aos militares.

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