A ANS assume o 31 de Janeiro como o Dia Nacional do Sargento, em atenção ao «heróico exemplo dos Sargentos que, em 31 de Janeiro de 1891», rejeitaram «o “Ultimatum” imposto a Portugal pela coroa britânica», e a «degradação das condições de vida dos portugueses», nomeadamente, «o tratamento discriminatório que se vivia no meio militar» à época.
Este ano, em que se celebra o 135.º aniversário da primeira revolta republicana, as comemorações promovidas pela ANS compreendem um conjunto de eventos a acontecer por todo o País durante duas semanas, os quais tiveram início a 23 de Janeiro, na Ilha de São Miguel, com a realização de um jantar/debate, e encerrarão a 7 de Fevereiro, no Funchal, com um jantar/debate no Núcleo da Liga dos Combatentes.
No próprio dia 31 de Janeiro, uma delegação da ANS participará, na cidade do Porto, local da Revolta de 31 de Janeiro de 1891, numa cerimónia de homenagem no cemitério do Prado do Repouso, junto ao monumento «Paz aos Vencidos do 31 de Janeiro». No mesmo dia, em Lisboa, na Casa do Alentejo, terá lugar um debate sobre matérias socioprofissionais que dizem respeito aos sargentos e militares em geral.
O conjunto de iniciativas promovidas pela ANS, que abrangerá também a ilha Terceira, Chaves, Lamego, Beja Évora, Castelo Branco, Tavira, Monchique, Amadora, Viseu, Coimbra, Leiria (Monte Real) e Entroncamento, para além do aspecto comemorativo, tem como objectivo, segundo a associação, debater a situação socioprofissional dos sargentos, incluindo alterações legislativas.
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