Desde 2013 que o Centro de Saúde de Santo António, no Laranjeiro, serve dois territórios (Laranjeiro e Feijó), mas as instalações, critica a Comissão de Utentes de Saúde do Concelho de Almada em comunicado, «não permitem prestar um serviço de qualidade» aos utentes das duas freguesias. A comissão explica que a Unidade do Laranjeiro foi construída com o compromisso de no Feijó também ser edificado um Centro de Saúde, tendo a Câmara Municipal de Almada cedido um terreno localizado na Praça Urbano Tavares Rodrigues, onde se realiza o protesto do próximo sábado, 22 de Novembro.
Em 2019, foi constituída uma plataforma «Pela construção do Centro de Saúde no Feijó», acompanhada de uma petição, apresentada em reunião plenária da Assembleia da República em 18 de Junho de 2020. No dia 3 de Dezembro de 2021, foi publicada, em Diário da República, uma resolução a recomendar ao Governo a sua construção em tempo útil.
No âmbito deste processo, a comissão de utentes lembra que a construção do Centro de Saúde do Feijó foi inscrita no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) em 2023 e que, ao abrigo da descentralização de competências da Saúde, «a Câmara Municipal de Almada publicou o concurso público em Diário da República de 27 de Novembro de 2024».
Apesar destas acções, os utentes denunciam que o terreno continua vazio e os prazos «há muito se esgotaram», apelando por isso ao Governo e à autarquia que adoptem medidas urgentes, para que o Centro de Saúde do Feijó «seja uma realidade fora do papel e de campanhas políticas».
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