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PEV questiona Câmara de Lisboa sobre supressão de estacionamento para residentes

A autarquia tem vindo a suprimir lugares de estacionamento destinados a residentes na Praça de Espanha e zonas adjacentes, e ainda na área envolvente à Praça Marechal Humberto Delgado, critica o PEV.

Créditos / ECO

À Assembleia Municipal de Lisboa chegou um requerimento do Partido Ecologista «Os Verdes», no qual se apresentam as denúncias dos moradores e se questiona a autarquia sobre a supressão de lugares de estacionamento destinado a residentes nas áreas adjacentes à Praça de Espanha e Praça Marechal Humberto Delgado.

«Na Avenida António Augusto de Aguiar, os poucos lugares de estacionamento destinados a moradores que existiam junto do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian foram suprimidos, situação que também ocorreu em frente ao Instituto Português de Oncologia de Lisboa (IPO), em prol de esplanadas e de espaços de feira», lê-se no documento.

Em Sete Rios, acrescenta, alguns lugares de estacionamento para residentes foram suprimidos para dar lugar às paragens de autocarros dos Transportes Sul do Tejo (TST), «sem que tenham sido criados novos lugares de estacionamento destinado a residentes». 

Por outro lado, denuncia que o recente parque de estacionamento criado em Sete Rios, debaixo do viaduto do eixo Norte-Sul, «foi sujeito, três meses depois de concluídas aquelas obras, a novas obras realizadas pela EMEL com vista à sua vedação para servir de mero parque de estacionamento de carros rebocados por aquela empresa municipal como consequência da desactivação do seu anterior parque». 

Que motivos levaram à desactivação do anterior parque da EMEL, a cerca de 50 metros do actual, e que utilização se lhe pretende dar, é uma das interrogações levantadas pelo PEV, que quer saber ainda se a Câmara de Lisboa pondera vir a criar novos lugares de estacionamento para residentes, em que locais alternativos e quando estarão disponíveis para serem utilizados pelos moradores. 

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