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Litoral Alentejano sem unidades de saúde com horário alargado

A Coordenadora das Comissões de Utentes do Litoral Alentejano denuncia o facto de não haver nenhuma unidade de saúde na região que esteja em horário alargado e exige um reforço dos profissionais.

Hospital do Litoral Alentejano
Créditos / ulsla.min-saude.pt

Apesar da campanha promovida pelo Governo, após analisar a lista dos centros e extensões de saúde, que, segundo o Ministério da Saúde, estarão abertos em horário alargado para situações de saúde não emergentes, a estrutura de utentes conclui não haver nenhuma no Litoral Alentejano.

Dirigindo-se ao Ministério da Saúde, através de comunicado, pergunta «como é que um utente irá fazer se por acaso se na sua extensão de saúde não tiver médico, no dia em que está previsto»? E são várias as localidades dos concelhos de Alcácer do Sal, Grândola e Odemira onde tal acontece.  

Uma vez que os horários «são os mesmos», «o afluxo ao Serviço de Urgência do Hospital do Litoral Alentejano irá ser muito elevado porque não há nenhum reforço de recursos humanos», lê-se na nota. 

Neste sentido, os utentes exigem o reforço dos profissionais e um horário alargado para situações não emergentes, designadamente nos centros de saúde de Grândola e de Santiago do Cacém, bem como nas extensões de saúde de Odemira – São Teotónio e Vila Nova de Milfontes. 

Entretanto, não abdicam de reivindicações antigas, como a contração de médicos, enfermeiros, auxiliares, administrativos, entre outros, e a construção/reparação de edifícios como o Centro de Saúde de Santiago do Cacém e as extensões de saúde de Vila Nova de Santo André (Santiago do Cacém), Saboia (Odemira) e Vila Nova de Mifontes (Odemira). Junta-se a estas exigências a reabertura das extensões de saúde de São Francisco da Serra (Santiago do Cacém) e de Luzianes-Gare (Odemira).

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