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O Teatro Extremo faz anos no Dia Mundial do Teatro

Para celebrar os seus 27 anos de actividade, no Dia Mundial do Teatro, que hoje se assinala, o Teatro Extremo promove uma série de actividades online gratuitas.

CréditosJosé Frade / Teatro Extremo

Fernando Jorge Lopes, Rui Cerveira, Sofia Oliveira e Victor Pinto Ângelo, da direcção do Teatro Extremo, estarão hoje em directo no Facebook, às 21h, para um Especial 27.º Aniversário livestream, participando «numa conversa descontraída com Miguel Falcato» sobre a retrospectiva da actividade da companhia (1994-2021), em que, revela a companhia numa nota, não faltará a leitura da Mensagem do Dia Mundial do Teatro.

Além disso, no seu canal de YouTube, o Teatro Extremo partilha o podcast Histórias para rir e sorrir antes de dormir e quatro peças de teatro: Pedro e o Lobo, baseado na obra de Esopo e Serguei Prokofiev; Caldeirada, espectáculo de rua com direcção do espanhol Jordi Magdaleno; Guerra é Guerra, de Horácio Manuel, e Retratos, comédia em criação colectiva, com coordenação de Fernando Jorge Lopes.

Desde Os Infernos da Barca...

O Teatro Extremo estreou em 1994 a sua primeira peça, Os Infernos da Barca, uma proposta de representação actualizada da obra de Gil Vicente O Auto da Barca do Inferno e, em simultâneo, de diferentes géneros de teatro, de Shakespeare a Brecht, teatro/dança e teatro musical.

Passados 27 anos, a companhia sediada na zona histórica de Almada, prepara a sua 54.ª criação, a estreia nacional, em Abril da peça Supertudo, do autor catalão Josep M. Benet i Jornet, inspirada no universo da banda desenhada.

Entretanto, o Teatro Extremo apresentou-se a mais de meio milhão de espectadores em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Bélgica, Itália, Inglaterra, Brasil, Cabo Verde e Índia, revela a companhia na nota à imprensa.

Levou à cena 53 espectáculos, adaptando obras estrangeiras, textos de autores nacionais e dramaturgia própria, designadamente para o ciclo de teatro «Sem rei nem roque», que a companhia desenvolve com o propósito de revisitar a História de Portugal. Já com o ciclo «Emcena a Ciência», continua a promover obras que relacionam a arte e a ciência.

Com direcção artística de Fernando Jorge Lopes, a companhia dinamiza igualmente actividades de sensibilização de públicos através de um Serviço Educativo coordenado pela atriz Bibi Gomes e organiza o festival «Sementes – Mostra Internacional de Artes para o Pequeno Público».

Sendo actualmente responsável pela programação e o funcionamento do Teatro-Estúdio António Assunção, passou por diferentes espaços almadenses, como a Casa Municipal da Juventude e o extinto estaleiro naval da Parry&Son, em Cacilhas, ou o Cine-Teatro da Academia Almadense. A 27 de Março de 1996, no Dia Mundial do Teatro, fundou a Associação Teatro Extremo, que desde 1999 se encontra sediada no centro histórico de Almada.

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