O percurso de Carlos Brito ficou marcado pela oposição à ditadura e consequente construção da Revolução de Abril. Foi preso em três ocasiões pela PIDE, tendo cumprido oito anos de cadeia e vivido mais de uma década na clandestinidade. Esteve detido no Aljube, em Caxias e em Peniche, onde foi sujeito a tortura.
Em 1975, foi eleito deputado pelo PCP à Assembleia Constituinte. Manteve-se depois no Parlamento até 1991. Durante esse período, liderou a bancada comunista, tendo sido o primeiro deputado a exercer funções de líder parlamentar do partido. Foi também director do jornal Avante!, entre 1992 e 1998.
No início dos anos 2000 afasta-se do PCP. Nos últimos anos, o percurso de Carlos Brito ficou marcado pela aproximação ao PS, tendo sido presidente da comissão de honra de apoio à candidatura do PS no concelho de Alcoutim.
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