Passadas duas décadas desde que Miguel Fragata apresentou A Gaivota de Tchékhov como finalista na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, o actor reflecte sobre onde estão os seus colegas de então. Enquanto é sabido o que foi feito da personagem d’A Gaivota, afinal esta termina com os dizeres «O Konstantin Gavrilovitch matou-se com um tiro», qual foi o destino dos demais artistas que junto a Fragata construíram a peça?
«[Estes artistas] alcançaram a visibilidade que os colocaria no centro do palco ou, pelo contrário, estariam já à beira do suicídio do seu projeto profissional?» lê-se na sinopse do espectáculo, da Formiga Atómica, que mistura ficção e realidade num texto com a coautoria de Inês Barahona e Miguel Fragata. Fragata também é responsável pela encenação e interpretação.
No âmbito das comemorações do Dia Mundial do Teatro no concelho do Seixal, a companhia Formiga Atómica realiza uma sessão da peça, esta sexta-feira às 21h30 no Auditório Municipal do Fórum do Seixal, com acessibilidade para Língua Gestual Portuguesa e audiodescrição. A entrada é livre, mas é necessária a pré-reserva no site da Câmara bem como a retirada do bilhete no dia do espectáculo.
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