Foram mais de 30 dias de greve contra a privatização da empresa e restituição de direitos previstos no Acordo Colectivo. Federação de sindicatos acusa Justiça de «alinhamento ideológico» com o Governo.
A concessionária das cantinas escolares do Porto, Eurest, contratava todos os anos os trabalhadores por dez meses. Este ano decidiu não admitir ninguém e recorrer a empresas de trabalho temporário.
Os trabalhadores da Câmara Municipal de Almada, SMAS e WEMOB, não aceitam a retirada de direitos, nomeadamente no que respeita ao serviço de saúde, refeitórios e equipamentos de infância.
A estagnação da economia provocada pela pandemia, que baixou o preço da pasta de papel, terá ajudado a desvanecer interesses económicos que, em anos anteriores, seriam responsáveis pelo flagelo?
por
António Ribeiro
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