|Santiago do Cacém

Utentes exigem reabertura urgente da Segurança Social em Santiago do Cacém

A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Concelho de Santiago do Cacém considera «inadmissível» o encerramento do serviço, que ocorreu «sem qualquer aviso» ou «informação prévia».

Utentes exigem consideram «inadmissível» o encerramento da Segurança Social em Santiago do Cacém
Utentes exigem consideram «inadmissível» o encerramento da Segurança Social em Santiago do CacémCréditos / antenamirobriga.pt

«A Segurança Social, ao saber e identificar o problema que levou ao encerramento do serviço (degradação do edifício), deveria ter encontrado uma alternativa atempada, ao invés de ter desde logo encerrado as instalações», denuncia a comissão de utentes numa nota de imprensa divulgada no final da semana passada.

A comissão considera «insustentável que os utentes tenham que se deslocar a mais de 30 quilómetros para aí resolver os diversos assuntos relacionados com a Segurança Social», pelo que exige a reabertura na cidade alentejana, «com a máxima urgência», de um serviço que caracteriza como «útil» para todos.

Neste sentido, apela aos utentes que protestem contra o encerramento do serviço de atendimento e se batam pela sua reabertura urgente.

De acordo com a agência Lusa, o encerramento do serviço de atendimento da Segurança Social em Santiago do Cacém ocorreu no dia 14 deste mês, depois de ter caído uma parte do tecto do edifício onde funcionava.

Numa resposta enviada à Lusa, o Instituto da Segurança Social indicou que a situação ocorreu «na sequência das últimas intempéries», mas o presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, Álvaro Beijinha, revelou que já havia a intenção de retirar os serviços daquele local, por falta de condições.

O autarca disse lamentar que a situação tenha chegado a este ponto, na medida em que «se sabia que o edifício» onde o serviço «funcionou até há bem pouco tempo já padecia de problemas graves».

Álvaro Beijinha exigiu «soluções rápidas» para a reabertura do serviço, afirmando que o município quer «fazer parte da solução», refere a Lusa, acrescentando que a Câmara Municipal de Santiago do Cacém se mostrou disponível «para ceder um espaço».

Tópico