A exposição no Museu Nacional de Damasco, intitulada «Tesouros do Património Sírio», reúne 89 artefactos arqueológicos recuperados pela Síria, em conjunto com a Interpol e a UNESCO, através do Líbano. De acordo com o director-geral de Antiguidades e Museus, Ma'moun Abdul-Kareem, em declarações à agência SANA, foi possível travar a venda de «dezenas de antiguidades roubadas» para diversas capitais europeias.
Na inauguração da exposição, ontem, o ministro adjunto da Cultura, Tawfiq al-Iman, afirmou que esta testemunha «o volume de destruição que afectou as antiguidades síria devido a ataques de organizações terroristas». O responsável acusou os terroristas de «tentarem e continuarem a tentar enovoar a identidade e a civilização da Síria».
Já em Março, o Exército Árabe da Síria recuperou o controlo sobre a cidade histórica de Palmira ao grupo terrorista Daesh. A localidade, classificada como património mundial da humanidade, foi tomada pelos terroristas em Maio de 2015, tendo mudado de mãos por várias vezes desde essa altura.
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