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|Escola Pública

Seixal garante colocação de últimos alunos e reivindica novas escolas ao Governo

O Município do Seixal reuniu-se com o Governo, garantindo a colocação de todos os alunos do concelho, e alertou para a necessidade de construir duas novas escolas, em Corroios e em Fernão Ferro.

Créditos Nuno Veiga / Agência Lusa

A solução para os últimos alunos que ainda não tinha conseguido colocação no presente ano lectivo foi discutida numa reunião entre o presidente da Câmara Municipal do Seixal, Paulo Silva, a vereadora do Pelouro da Educação, Maria João Macau, os directores dos vários agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas do concelho e João Mourato, adjunto do gabinete da secretária de Estado da Administração Escolar.

Segundo a informação transmitida pelo Ministério da Educação, divulgada numa nota de imprensa do Município, os alunos que ainda não estavam colocados tinham, na sua maioria, realizado a matrícula tardiamente e eram novos moradores no concelho. «Foram encontradas vagas para todos, embora em alguns casos não tenha sido possível assegurar a colocação na escola pretendida», lê-se no comunicado.

A vereadora Maria João Macau alertou o Governo para a necessidade de actualizar os rácios de pessoal não docente, tendo em conta o aumento do número de alunos e de turmas nas escolas do concelho. Outra questão sinalizada foi o reforço dos recursos destinados ao acompanhamento de alunos com necessidades educativas específicas que precisam de apoio permanente, tendo em conta a insuficiência de meios nalgumas escolas. Todas as questões, informa a autarquia, ficaram registadas «para análise e posterior resposta».

Crescimento da população exige mais equipamentos

O presidente da Câmara Municipal do Seixal contactou ainda a secretária de Estado da Administração Escolar, Maria Luísa Oliveira, a propósito do crescimento da população escolar. A questão é mais sensível nas freguesias de Corroios e Fernão Ferro, onde se reclama construção de duas novas escolas com 2.º e 3.º ciclos e Ensino Secundário. 

Paulo Siva adiantou que o Município dispõe de terrenos para a construção dos equipamentos e está disponível para assumir os custos dos respectivos projectos, sendo necessário que o Estado assegure o financiamento da construção das escolas. A proposta, segundo a secretária de Estado, irá ser analisada pelo Governo.

 

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