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Rita Rato é a nova directora do Museu do Aljube

A ex-deputada comunista Rita Rato foi escolhida para dirigir o Museu do Aljube Resistência e Liberdade, em Lisboa, revelou a EGEAC.

Rita Rato
Rita RatoCréditosAntónio Cotrim / Agência Lusa

Em comunicado, a Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC) recorda que, na sequência da reforma do director do Museu do Aljube, Luís Farinha, foi aberto, em Abril, um processo de recrutamento para selecionar nova direcção.

Este processo contou com diversas candidaturas e resultou na selecção de Rita Rato, «que se destacou pelo projecto apresentado e pelo desempenho nas entrevistas realizadas com o júri», indica a EGEAC.

Rita Rato iniciará funções como directora do Museu do Aljube Resistência e Liberdade no próximo dia 1 de Agosto.

Nascida em Estremoz, em 1983, Rita Rato Fonseca é licenciada em Ciência Política e Relações Internacionais pela Universidade Nova de Lisboa.

Foi deputada pelo PCP à Assembleia da República, entre 2009 e 2019, e fez parte, como coordenadora do Grupo Parlamentar, na Comissão de Educação, Ciência e Cultura (2011-2015). 

O Museu do Aljube, inaugurado em Abril de 2015, na antiga prisão da PIDE, é um dos equipamentos culturais do município de Lisboa, sob a alçada da EGEAC, e é dedicado à «memória do combate à ditadura e à resistência em prol da liberdade e da democracia».

Desde a instalação, o museu tem vindo a desenvolver projectos como a recolha de testemunhos de combatentes pela liberdade e de histórias de vida de muitos resistentes antifascistas, para consulta pública e para memória futura dos crimes cometidos pela ditadura.

«Nesta nova etapa, pretende-se dar continuidade e consolidar as linhas de trabalho já assentes, bem como desenvolver novas linhas de acção complementares e captar novos públicos», sublinha a EGEAC.


Com agência Lusa

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