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Arquivos da Companhia Nacional de Bailado disponibilizados

Uma nova programação virtual permite a revelação de uma história de 44 anos, dando a conhecer bailarinos, e trabalhos de fotógrafos nos bastidores dos espectáculos.

Companhia Nacional de Bailado
Companhia Nacional de BailadoCréditos / CENA-STE

A Companhia Nacional de Bailado (CNB) anunciou que passa a disponibilizar, em formato digital nas redes sociais, o chamado «Arquivo Aberto», que estará disponível a partir de 15 de Fevereiro, com fotografias, programas de sala e artigos de imprensa.

Esta iniciativa surge na continuidade dos projectos para a temporada de 2021, que assentam em dois eixos, o externo, com actividades de programação para o público, e o interno, com medidas que visam a manutenção física dos bailarinos.

Ficará ainda disponível, a partir de 8 de Fevereiro, o «Fotógrafos da CNB», que permite o acesso a um conjunto de imagens captadas por fotógrafos que colaboraram com a companhia ao longo de cada temporada.

A estes programas somam-se outros projectos, como é o caso do «Outra Danças», uma colecção digital da CNB lançada em 2018, que reúne diferentes séries com testemunhos sobre obras apresentadas pela companhia, inspirada no trabalho homónimo, de 1976, do coreógrafo norte-americano Jerome Robbins.

Também o «Ver de Fora», que existe desde Setembro de 2019, é um programa que permite acompanhar as agendas trimestrais de programação da companhia, por via de trabalhos de fotógrafos sobre lugares e detalhes dos bastidores do Teatro Camões, a casa habitual da CNB. O público poderá ainda aceder ao projecto «A Minha Companhia», iniciado em 2019, que visa dar a conhecer a sua equipa do CNB.

Sobre o trabalho dos bailarinos da companhia, que se pretende que prossigam com actividade física, está programada a apresentação de alguns momentos do seu trabalho diário, em confinamento, através de «Os Nossos Bailarinos».

A ideia é de que a rotina física destes trabalhadores não pode parar, e por isso a CNB informou que vai disponibilizar um conjunto de ferramentas para os seus artistas, como seja material como linóleo (chão de dança), barras e plataformas digitais que facilitam o trabalho e actividades para manter a condição física dos bailarinos.

Com agência Lusa

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