Com o arrastar do processo do NAL, vai chegar primeiro o fim da concessão da Brisa (2035) que o início do funcionamento da dita auto-estrada, pelo que a Brisa quer que lhe paguemos os 18 anos de portagens de uma auto-estrada que não construiu, ou que a libertem de construir a auto-estrada e a indemnizem por não ter podido lucrar com a dita.