Casa Sindical inaugurada no Fundão

O novo espaço vai servir o desenvolvimento da luta dos trabalhadores do Fundão pelos seus direitos e a continuidade da construção do movimento sindical unitário, independente e de classe no concelho.

A Casa Sindical do Fundão, inaugurada a 12 de Outubro de 2021, é uma iniciativa da União de Sindicatos de Castelo Branco (USCB/CGTP-IN) para servir a luta dos trabalhadores do concelho
A Casa Sindical do Fundão, inaugurada a 12 de Outubro de 2021, é uma iniciativa da União de Sindicatos de Castelo Branco (USCB/CGTP-IN) para servir a luta dos trabalhadores do concelhoCréditos / USCB/CGTP-IN

A nova Casa Sindical no Fundão é uma iniciativa da União de Sindicatos de Castelo Branco (USCB/CGTP-IN), fica na Rua Dr. Aurélio Pinto, naquela localidade, e vai ser inaugurada nesta quarta-feira, 12 de Outubro, pelas 15 horas.

Trata-se da terceira Casa Sindical promovida pela USCB e funcionará nos mesmos moldes das anteriores, na Covilhã e em Castelo Branco.

Os sindicatos assegurarão a abertura diária do espaço entre as 12h30 e as 18h30. Entre outras, terá uma sala de formação.

Em comunicado, a união de sindicatos salienta ser este «um marco importante para a continuidade da construção da história do movimento sindical unitário, independente e de classe» no distrito, e de a inauguração decorrer no contexto das celebrações do 51.º aniversário da fundação da Intersindical/CGTP-IN.

A iniciativa fora anunciada pela primeira vez durante o passado dia 1 de Outubro, em conferência de imprensa promovida pela USCB para fazer o balanço do dia de luta marcado pela greve dos trabalhadores dos transportes públicos e a distribuição de panfletos da acção da CGTP nas empresas e na rua.

Nessa ocasião, o coordenador da direcção da USCB, Sérgio Santos, anunciou que a nova Casa Sindical vem preencher uma lacuna sentido há muito no concelho do Fundão, cujos trabalhadores tinham de se dirigir à Covilhã ou a Castelo Branco.

«Já se justificava há muito tempo, quer pelo número de trabalhadores, quer pelo número de sindicalizados», afirmou à Rádio Cova da Beira.