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Organizações da Cultura querem tempo para analisar propostas

O conjunto das estruturas que integram o grupo de trabalho do Estatuto dos Profissionais da Área da Cultura pede pelo menos três meses para poder estudar e dar contributos às propostas do Governo.

CréditosPaulo António

Na sequência de uma reunião realizada este domingo, as organizações que constituem o grupo de trabalho do Estatuto dos Profissionais da Área da Cultura solicitam ao Executivo «um período não inferior a três meses para análise do terceiro capítulo que está ainda por apresentar e que integra o pacote legislativo proposto pelo Governo para o sector».

O grupo, que integra o Sindicato dos Trabalhadores de Espectáculos, do Audiovisual e dos Músicos (CENA-STE/CGTP-IN), a Associação Portuguesa de Empresários e Artistas de Circo (APEAC), o Agrupamento Português de Técnicos de Audiovisual (APTA), a Associação Portuguesa de Realizadores (APR), a Acção Cooperativista, a Performart, a Plateia, a Rede, a Associação de Artistas Visuais em Portugal (AAVP) e o Sindicato dos Trabalhadores de Arqueologia (STARQ), entende que o prazo requerido permitirá fazer, «com a necessária detenção», a análise das propostas, e «suscitar os estudos que se impõem», por forma que possam fazer avaliações e apresentar propostas de forma fundamentada.

Este pedido tem por base, desde logo, o facto de que as «questões já analisadas nos dois capítulos anteriores» suscitam a estas organizações «acrescidas dúvidas».

«Entendemos que precipitar a conclusão deste debate apenas para cumprir calendários pouco relevantes, não trará qualquer contributo a que se conclua com um estatuto que seja efectivamente proveitoso para os profissionais da área da Cultura», rematam as organizações.

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