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APG entrega caderno reivindicativo no Ministério

A Associação dos Profissionais da GNR (APG) foi cantar as Janeiras ao Ministério da Administração Interna, esta manhã, onde deixou as suas reivindicações.

CréditosAntónio Cotrim / Agência Lusa

A acção de protesto realizada ao fim da manhã desta quarta-feira, junto ao Ministério da Administração Interna (MAI), permitiu aos presidente e vice-presidente da APG serem recebidos pelo chefe de gabinete do MAI e pela assessora do secretário de Estado, a quem entregaram um caderno reivindicativo exigindo o reconhecimento de profissão de risco e de desgaste rápido, o aumento do efectivo, descontos para a SAD/GNR apenas sobre os 12 meses de vencimento e promoções equitativas pelas categorias profissionais, entre outras reivindicações.

No âmbito da discussão do Orçamento do Estado para este ano, a APG já tinha acusado o Governo de «ter esquecido o papel central das forças de segurança», nomeadamente face à não previsão de qualquer aumento salarial, «num período de esforço acrescido para todos os trabalhadores», e a não existência de «um compromisso com a revisão do sistema remuneratório dos profissionais da GNR.

Segundo a associação, os militares desta força policial continuam a ser alvo de uma discriminação inexplicável, face aos vencimentos auferidos pela PSP para funções similares», para além da não «atribuição de um subsídio de risco».

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