|resíduos sólidos urbanos

Trabalhadores do grupo EGF reclamam aumentos

Os que asseguram a recolha e tratamento de resíduos urbanos exigiram, esta terça-feira, a abertura de negociações sobre o aumento dos salários com vista à reposição do poder de compra perdido.

Créditos / STAL

Concentrados junto à sede da empresa, em Linda-a-Velha (Oeiras), os trabalhadores do grupo EGF (Mota-Engil) participaram numa acção promovida pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local (STAL/CGTP-IN) e a Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, Químicas e Eléctricas (Fiequimetal/CGTP-IN), inserida na semana nacional de luta da CGTP-IN.

O protesto teve como objectivo reivindicar a abertura de negociações sobre o aumento dos salários e de outras prestações pecuniárias, com vista à reposição do poder de compra perdido nos últimos anos.

Os sindicatos exigem igualmente a atribuição de um subsídio de risco extraordinário, no quadro do surto epidémico do novo coronavírus, a redução progressiva do horário de trabalho para as 35 horas semanais e o respeito pelas normas de segurança e saúde no trabalho.

Em comunicado, dirigido aos trabalhadores das diversas empresas do grupo (ERSUC, Resinorte, Valorlis, Resiestrela, Valnor, Resulima, Suldouro, Valorminho, Algar, Amarsul e Valorsul), as estruturas sindicais lembram que os trabalhadores da EGF desempenharam sem interrupção a suas funções durante os últimos meses de confinamento.

No cumprimento da sua missão essencial para as populações, estes trabalhadores expõem-se a riscos suplementares relacionados com o surto epidémico de Covid19, sem qualquer compensação, lembram na nota.

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