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|Lisboa

Porque a luta também é alegria, manifestação do Dia da Mulher terá música

O Movimento Democrático de Mulheres (MDM) convida a DJ Violet e o grupo de percussão La Caterva Candombe para dançar e celebrar a luta das mulheres, este 8 de Março, em Lisboa.

CréditosJosé Coelho / Agência Lusa

O Dia Internacional da Mulher é sobre a luta construída no presente, mas também uma celebração das vitórias alcançadas no passado. Em Lisboa, dia 8 de Março será assinalado com música, arte que sempre acompanhou as lutas pelo mundo, seja através da denúncia vertida nas letras, com o ritmo que marca o passo das manifestações, seja pela alegria de ouvir e de tocar, numa celebração colectiva. 

No final da manifestação nacional convocada pelo MDM, o grupo La Caterva Candombe recebe os manifestantes com a sua percussão potente que mistura ritmos africanos e uruguaios neste género reconhecido como Património Imaterial da Humanidade pela UNESCO, o Candombe.

A encerrar a acção, mas nunca a luta, a compositora e DJ Violet assume o comando com os seus sets eclécticos que costumam percorrer o techno e o underground, prometendo um ambiente energizante. 

Alerta de retrocessos

Entretanto, o MDM convoca mulheres de todas as idades, profissões e realidades a saírem à rua em várias acções, de Norte a Sul (ver caixa lateral), para exigir que a igualdade consagrada na lei se traduza na vida real. A luta faz-se também contra a revisão do Código do Trabalho colocada pelo Governo, que transporta as mulheres para um universo de retrocessos: penaliza-se ainda mais a maternidade, violando a função social que a Constituição lhe reconhece, e a conciliação entre a vida pessoal/familiar e o trabalho, agravando a precariedade. Em Novembro passado, quase 60% das mulheres ganhava menos de mil euros. 

«Num contexto de agravamento das desigualdades, da precariedade laboral, do custo de vida, da degradação dos serviços públicos e de múltiplas formas de violência e discriminação, as mulheres recusam continuar a "aguentar" e rejeitam retrocessos nos direitos conquistados», afirma o movimento.

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