Trabalhadores do comércio, escritórios e serviços em greve no 1.º de Maio

Depois da «quinzena de luta», os trabalhadores do comércio, escritórios e serviços convocaram greve para o dia 1 de Maio por aumentos salariais, pela contratação colectiva, contra a precariedade e a repressão.

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Concentração dos trabalhadores do grupo Dia (Minipreço e Clarel), junto à sede da empresa, em Oeiras, 13 de Abril
Concentração dos trabalhadores do grupo Dia (Minipreço e Clarel), junto à sede da empresa, em Oeiras, 13 de AbrilCréditos / União dos Sindicatos de Lisboa

O Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP) emitiu um pré-aviso de greve para o dia 1 de Maio para todos os trabalhadores do comércio, escritórios e serviços e apela à participação nas manifestações da CGTP-IN.

Esta é a continuidade de um processo de luta que recentemente teve expressão em diversas acções durante a primeira quinzena de Abril, onde os trabalhadores aprovaram a greve a realizar no Dia Internacional do Trabalhador. Vão continuar em luta pelo aumento dos salários para todos, por horários humanizados e regulados e pela negociação e cumprimento da contratação colectiva.

Lutam ainda pelo fim da precariedade, pela valorização das carreiras e categorias profissionais, pelo fim das pressões e repressão e pelo «respeito pelo 1º de Maio – Dia Internacional do Trabalhador».

O sindicato faz um balanço positivo da «quinzena de luta» e informa que, de 3 a 16 de Abril, milhares de trabalhadores do comércio, escritórios e serviços realizaram «um vasto conjunto de acções de luta em defesa das suas reivindicações». Foram realizados protestos na grande distribuição, no comércio a retalho, nas IPSS e Misericórdias e noutros sectores de serviços, em centenas de locais de trabalho. As iniciativas passaram por acções de denúncia, plenários, greves e concentrações.

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